sábado, 18 de julho de 2009

Metamorfose ambulante

Oi amigos, blz?
Hoje eu estava pensando, quando a gente recebe um diagnóstico doido que nem o de EM, ou perde alguma função física, nossa vida muda muito. Não adianta dizer que se continua vivendo normalmente. Lógico que a gente vive bem e dentro da nossa normalidade. Mas dizer que as coisas continuam iguais? Pura balela!
As coisas mudam, e mudam muito. Graças a deus!
Sim, porque já imaginou que coisa monótona uma vida sem mudanças nenhuma? Claro, não precisava vir uma mudança tão drástica como uma doença. Mas já que foi essa mudança que nos foi dada, vamos aceitá-la e viver bem com ela, não é mesmo?
Temos direito de "putiar" a vida, reclamar de vez em quando, se sentir injustiçado às vezes. Mas vamos confessar: a gente aprende muita coisa que, se dependesse duma vida normal, aprenderíamos aí pelos 60 anos. Digamos que adquirimos uma "sabedoria" do viver bem. Afinal, se a maioria das pessoas acha que as coisas podem mudar completamente no dia de amanhã, a gente tem certeza que isso pode acontecer em algumas horas.
Por isso amigos, "eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo"!
Coisa bem chata essas pessoas que se acham donas da verdade, que nunca cedem ou escutam os outros. Que não cogitam a possibilidade de estarem errados. Que não se permitem chorar hoje e sorrir amanhã. Que não querem conhecer o que tem do outro lado. Claro que não vamos ter personalidade dupla, nem ser um maluco indeciso sempre, mas se permitir mudar é importante. Tudo pode mudar, até você!
Pra hoje, deixo a mensagem de Raul: Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.... Eu quero dizer agora, o oposto do que eu disse antes, Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo, Sobre o que é o amor. Sobre o que eu nem sei quem sou. Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou. Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor... É chato chegar a um objetivo num instante. Eu quero viver nessa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo..."

Até amanhã!
Bjs

Um comentário:

  1. Olá, é mesmo assim que temos de lidar com a doença.

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